Revista e-scrita: Revista do Curso de Letras da UNIABEU

A Revista e-scrita, ISSN 2177-6288, é uma publicação científica periódica quadrimestral vinculada ao curso de Letras da UNIABEU, que tem por objetivo divulgar resultados de investigações desenvolvidas por especialistas nas áreas de estudos linguísticos, literários e culturais, bem como sobre metodologia de ensino de línguas e literatura. Faz parte ainda do escopo da revista a publicação de artigos que tratem das relações interdisciplinares da literatura com outras linguagens e com outros campos do saber.

A publicação abrange, além de um dossiê temático, outros trabalhos inéditos sob a forma de ensaios e artigos, reunidos na seção "Vária", assim como entrevistas e resenhas de livros de interesse às áreas mencionadas.

Todas as submissões passam por avaliação cega, por pares, segundo as normas para contribuições.

Só serão aceitos trabalhos submetidos por pesquisadores doutores, ou, em caso de coautoria, de mestres, mestrandos/doutorandos, em parceria com um segundo pesquisador que possua o título de doutor.

Seguindo a política oficial brasileira de editoração de revistas acadêmicas, a revista disponibiliza seus resumos e textos de forma integral para os leitores, sendo, portanto, de livre acesso.

Esta revista está indexada em Qualis/ CAPES 2015 B4 História, Serviço Social, Psicologia e Sociologia; B5 em Letras e Linguística, Comunicação e Informação, CLASE,LATINDEX,ULRICH'S, JOURNALSEEK , MLA, ACADEMIC JOURNALS DATABASE , SCIENCEGATE , SUMÁRIOS.ORG-PERIÓDICOS, WZB (Wissenschatft Zentrum Berlin für Sozialforschung), EZB (Elektronische Zeitschriftenbibliothek), Zurich Open Repository and Archive Journal Database, Portal de Periódicos CAPES, e-revistas, EBSCO-Toc Premier, Stanford University Libraries e DOAJ, Bibliothekssystem Universität Hamburg, Livre, La Criée,REDIB,worldwidescience.org, Sherpa/Romeo, Diadorim, Web of Science, Cite Factor,OCLC WORLDCAT, JURN, Bibliothek Hamburg


Imagem para capa da revista

Notícias

 

Chamadas: Próximos números

 
V. 2/2017- maio-agosto

A revista e-scrita receberá, de 18 de março a 05 de julho, artigos, resenhas e entrevistas da área de Estudos Linguísticos, que comporão um número atemático.




V.3/ 2017- setembro-dezembro

A revista e-scrita receberá, de 30 de julho a 05 de novembro, artigos e resenhas para o dossiê "Representações do feminino na ficção de Mia Couto" e para a seção Varia (Estudos Literários).

Chamada do dossiê:

Representações do feminino na ficção de Mia Couto

Organização:
Flavio García (UERJ)
Luciana Morais da Silva (UERJ/ UC)

Ementa:
Ainda que não se possa,sequer se deva, deixar de perceber a importância e o valor de outros ficcionistas moçambicanos anteriores ou contemporâneos a Mia Couto, é quase natural, contudo, reconhecer que ele se tornou, com a publicação de Vozes anoitecidas (1986), a grande expressão internacional da literatura do país – assumido como sua pátria –, chegando, neste Século XXI, a já ter publicado uma vasta e representativa obra, além de ter acumulado importantes prêmios.
Seu universo ficcional vem permitindo variadas abordagens críticas do mercado editorial e da academia, sob múltiplos suportes teóricos, iluminando questões de ordem diversa, muitas delas profundamente polêmicas, conforme as diferentes leituras que se fazem, e, talvez exatamente por isso, represente interinvenções criativas, em diálogos frequentes e frementes no mundo globalizado da contemporaneidade.
A fim de nortear a seleção de artigos para a composição deste dossiê temático – Representações do feminino na ficção de Mia Couto –, privilegiar-se-ão as figuras femininas que povoam sua prosa, tomando-se por referência a seguinte afirmação de Phillip Rothwell, em Leituras de Mia Couto – aspectos de um pós-modernismo moçambicano (Coimbra: Almedina, 2015):

No centro do tratamento das mulheres na obra de Mia Couto está sempre a presença e a valorização de sua atividade como cruciais não só para a sua própria realização, como para a sociedade moçambicana a que pertencem e da qual são muitas vezes excluídas. [...] na obra de Mia Couto, as mulheres são o grupo mais habilitado e capaz de atravessar fronteiras: por isso, nelas, nas mulheres e nas suas ações, reside o melhor para o futuro da nação. (p. 25)

Assim, tendo a mulher por centro, as abordagens de leitura propostas poderão percorrer qualquer caminho, desde que focalizem essa importante figura da narrativa de Mia Couto, que parece despontar nos cenários por ele configurados.
 
Publicado: 2017-03-17
 
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