MIL ROSAS ROUBADAS: A METÁFORA DE (RE)CONTAR UMA VIDA

Pedro Henrique Alves de Medeiros, Edgar Cézar Nolasco

Resumo


Este texto propõe o olhar da crítica biográfica fronteiriça na ficção romanesca de Silviano Santiago, sobretudo, na obra Mil rosas roubadas (2014). Sendo assim, pretende-se trabalhar a perspectiva ficcional de Santiago aquilatada na formação de seu perfil intelectual biográfico além de questões biográficas pertinentes à herança, à (auto)biografia e à amizade que é tanto da ordem do distanciamento, quanto da proximidade. Para isso, nos utilizaremos do recorte epistemológico engendrado pela crítica biográfica fronteiriça à luz de Edgar Cézar Nolasco em Perto do coração selbaje da crítica fronteriza (2014) e “Políticas da crítica biográfica” (2010), de Eneida Maria de Souza em Janelas indiscretas (2011), “Teorizar é metaforizar” (2010) e Crítica cult (2002), de Francisco Ortega em Para uma política da amizade (2000) e Jacques Derrida em Políticas da amizade (2003).

Palavras-chave


(Auto)biografia; Amizade; Crítica biográfica fronteiriça

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