LOBIVAR MATOS: CONTEMPORÂNEO DE NOSSO TEMPO

Washington Batista Leite, Edgar Cézar Nolasco

Resumo


presente ensaio procura discutir sobre como o poeta fronteiriço Lobivar Matos na tríplice fronteira do Brasil-Paraguai-Bolívia na década de 30 ainda é contemporâneo na atualidade. Como escopo, valer-me-ei de suas poesias presentes em suas obras intituladas: Areôtorare: poemas boróros e Sarobá: poemas. Parto do princípio das paisagens transculturadas na sua poética que ilustram a arte do bairro narrado nos livros. Para tanto, não posso esquecer-me da contribuição do poeta marginalizado na fronteira. Sendo assim, procurarei observar o lócus epistemológico de enunciação presente, de forma que durante a leitura o espaço seja levado em consideração. Para construção desse ensaio, utilizarei como aparato teórico os autores Giorgio Agamben com o livro O que é o contemporâneo? E outros ensaios; A poética do espaço de Gaston Bachelard, Entre construções e ruínas de José Alonso Torres Freire, bem como a teoria pós-colonial dos livros Histórias Locais/Projetos Globais: colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar e Perto do coração selbaje da crítica fronteriza, dos teóricos Walter Mignolo e Edgar Cézar Nolasco.

Palavras-chave


Lobivar Matos; Contemporâneo; Corumbá.

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