FATORES TÉCNICOS E FISIOLÓGICOS QUE INTERFEREM NO USO DO OXIMETRO DE PULSO NO CTI: DO CONTEXTO HISTÓRICO AO ASSISTENCIAL

Nayra de Souza Pessanha, Roberta Silva Coelho, Rodrigo Francisco de Jesus, Wanderson Alves Ribeiro

Resumo


A oximetria de pulso é muito empregada para pacientes que necessitam de monitoramento contínuo de saturação de oxigênio em diversos locais como: unidades de internação, ambulatório de teste de função pulmonar, pronto atendimento, terapia intensiva, home care e centro cirúrgico. Tem como principal finalidade a detecção precoce de hipoxemia em diversas situações e a monitorização da perfusão e circulação. Diante disso o artigo tem como tem como objetivo contextualizar a utilização do oxímetro de pulso no CTI e descrever os possíveis fatores técnicos e fisiológicos capazes de interferir a veracidade dos resultados encontrados no uso do oxímetro de pulso. Como metodologia, utilizaram-se artigos publicados em base de dados virtuais. Para tal utilizou-se a Biblioteca Virtual de Saúde, nas bases de informações LILACS, BDENF, MEDLINE e SCIELO, com recorte temporal de 2006 a 2016. Após a leitura reflexiva dos artigos emergiram duas categorias para análise de dados e resultados encontrados. Conclui-se que o oxímetro de pulso tem um papel importante dentro de uma terapia intensiva, auxilia na recuperação dos pacientes e diagnósticos como: anemia falciforme, asma, edema agudo de pulmão, enfisema pulmonar, hipóxia, pneumonia, sem contar com as vantagens, pois é um método não invasivo, proporciona informações instantâneas e continua de alterações fisiológicas, permitindo uma rápida atuação, não necessita calibrar, oferece pequena margem de erro para saturação entre 60% e 100%, além de reduzir o número de coletas sanguíneas para analise gasométricas.

Palavras-chave


Centro de Terapia Intensiva, Oximetria Transcutânea, Consumo de Oxigênio, Fisiologia do Sangue

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