VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA EM SAÚDE COLETIVA: ANÁLISE DE INDICADORES DE MORTALIDADE INFANTIL E FETAL EM UMA CAPITAL DO NORDESTE BRASILEIRO

Ilka Alcântara Araújo, Francisco Regis da Silva, Thais Soares Cardoso Ferreira de Amorim, Rafaella Maria Monteiro Sampaio, Francisco José Maia Pinto

Resumo


Resumo: Alterações no perfil da mortalidade infantil vêm sendo observadas nas últimas décadas no Brasil. Os empenhos para redução da mortalidade infantil devem ser concentrados em vários aspectos no âmbito da saúde coletiva. O presente estudo teve como objetivo analisar os indicadores de mortalidade infantil e fetal, em Fortaleza, Ceará, durante os anos de 2012 a 2016 a partir dos dados disponibilizados no Sistema de Informação Sobre Mortalidade e no Sistema de Notificação dos Nascidos Vivos. Trata-se de uma pesquisa do tipo documental. Encontrou-se que a razão da Mortalidade Materna (RMM) por 100 mil nascidos vivos passou de 78,0 em 2012 para 82,5 em 2013, 65,2 em 2014 e 53,7 em 2015. O risco de morte de crianças maiores de 27 dias (pós-neonatais) apresentou redução, enquanto o risco de morte de crianças menores de 28 dias (neonatais) passa a representar quase a totalidade dos óbitos em menores de 1 ano de idade, representando 71,8% dos óbitos infantis em 2015. Em 2016, das mortes infantis, 911, o equivalente a 57,4%, foram óbitos evitáveis. Uma das causas de mortalidade infantil e fetal refere-se a sífilis, entre os anos de 2007 e junho de 2016, no Ceará, foram notificados 5.703 casos de sífilis em gestantes. Este estudo evidenciou alta prevalência de casos de mortalidade infantil e fetal. Assim, ações podem ser realizadas a fim de corroborar com a diminuição da mortalidade infantil e fetal

Palavras-chave


Indicadores Básicos de Saúde; Vigilância Epidemiológica; Nutrição em Saúde Pública.

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