GÊNERO, FEMINILIDADE E SEXUALIDADE EM TEMPOS DE AIDS: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE AGENTES COMUNITÁRIAS DE SAÚDE

Lúcia Helena Rodrigues Costa, Larissa Silva de Abreu Rodrigues, Rúbia Vieira da Luz, Ingredy Carolline de Jesus Santos, Viviane Ramos Mendes

Resumo


Estudo qualitativo com embasamento teórico-metodológico da Teoria das Representações Sociais, objetivou compreender as representações sociais de feminilidade e sexualidade de agentes comunitárias de saúde. Participaram da pesquisa quatorze agentes comunitárias de saúde, seis da cidade de Guanambi, localizado no sudoeste da Bahia e oito da cidade de Montes Claros, norte de Minas Gerais. A produção dos dados empíricos ocorreu no segundo semestre de 2012 através da realização de grupos focais. A análise dos dados foi realizada por meio da aplicação da técnica de Análise de Conteúdo de Bardin. As categorias que emergiram: Categoria 1: Influência do trabalho em relação à feminilidade, subcategoria 1: Permanências dos estereótipos de feminilidade, subcategoria 2: Rupturas dos estereótipos de feminilidade; Categoria 2: Exercício da sexualidade feminina: vulnerabilidade às DST/AIDS e Categoria 3: Atuação das ACS: Despreparo relacionado à cultura das famílias. Sinalizam-se as implicações das representações tradicionais de feminilidade e sexualidade e necessidade de novas abordagens de prevenção e de educação na área de saúde que envolva as agentes comunitárias de saúde e que favoreçam a atuação das mesmas no sentido de incorporar ao cuidado dispensado às mulheres a perspectiva de gênero e sexualidade.

Palavras-chave


gênero e saúde; sexualidade; doenças sexualmente transmissíveis.

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