Roedores e marsupiais capturados no Parque Estadual da Pedra Branca, Rio de Janeiro: distribuição e relação com o ambiente

Nicolau Maués Serra-Freire, Heloiza Helena de Oliveira, Adilson Benedito da Silva, Valmir Gomes, Igor Pastor de Freitas Quinelato, Valério Francisco Morelli-Amaral, Raimundo Wilson de Carvalho, Acácio Geraldo de Carvalho

Resumo


No Parque Estadual da Pedra Branca, Rio de Janeiro, durante 24 meses, foram feitas captura, inspeção, liberação, e foi avaliada a distribuição dos 64 roedores e 96 marsupiais capturados entre 150 e 600m de altitude, relacionando com fatores ambientes. Foi avaliada a regeneração da cobertura vegetal, e do entorno, considerada constituída basicamente por vegetação secundária. Entre os marsupiais a dominância foi de Didelphis aurita, e entre os roedores foi de Guerlinguetus ingrami. A correlação entre o número de roedores capturados e as cotas altitudinais, apesar de positiva, foi não significativa, e, para os marsupiais, foi negativa e também não significativa.

Palavras-chave: Marsupiais; Roedores; Mata Atlântica.


Palavras-chave


Marsupiais, Roedores, Mata Atlântica

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