SOBRE A RESIGNAÇÃO: REFLEXÕES ACERCA DA SUBJETIVIDADE NO CONTEMPORÂNEO

Diogo Cesar Nunes, Adriano Lourenço da Silva, Wallace da Costa Brito

Resumo


No presente texto, abordaremos a resignação como uma chave de compreensão da constituição da subjetividade no contemporâneo. O homem mediano contemporâneo tem-se caracterizado, em grande medida, como desprovido da capacidade de refletir, de repensar(-se) e reinventar sua existência, pois a constituição da subjetividade encontra-se submetida à lógica do consumo, da produção e da reprodução esquemática e mecanizada da aparente “normalidade” social. Tomada a estrutura moderna como “natural”, perde-se “o eixo de sustentação simbólica” de modo que, como dizem Soares e Ewald, “se aferra ao consumo como ancoragem identitária”: fragilizada, portanto, superficial, precária de sentidos e preenchida de sofrimentos diversos.

Palavras-chave


Resignação; Subjetividade; Contemporaneidade; Teoria Crítica.

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