O ARISTOTELISMO COMO MODELO DISCURSIVO DE CONSTRUÇÃO DE INTELIGIBILIDADE ACERCA DOS AFETOS NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE INGLÊS: UMA ANÁLISE À LUZ DA PSICOLOGIA DISCURSIVA CRÍTICA

Diego Candido Abreu

Resumo


O objetivo deste trabalho é entender como um conjunto de repertórios interpretativos baseados no pensamento de Aristóteles sistematiza discursivamente a reflexão de professores(as) de inglês sobre a influência dos afetos no processo de ensino/aprendizagem desse saber. Para tanto, me debruço, à luz dos preceitos teóricos da Psicologia Discursiva Crítica, sobre as construções discursivo-reflexivas de duas docentes de inglês que tomaram como esteio para seus posicionamentos acerca dos afetos o esquema teórico do aristotelismo. Finalmente, questiono criticamente em que medida esse sistema filosófico se encontra em (des-)alinhamento com o entendimento hodiernamente hegemônico a respeito dos afetos, apontando os desdobramentos desse diálogo – instanciado nos discursos das participantes desta pesquisa.

Palavras-chave


Psicologia Discursiva Crítica; Afeto; Aristóteles; Virada Afetiva.

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