LITERATURA E INDIGNAÇÃO: LEGITIMIDADES MARGINAIS?

Idemburgo Pereira Frazão

Resumo


A literatura ocidental dialoga com a vida social, desde seu nascimento, na Grécia antiga. A verossimilhança funciona como uma charneira que se abre, ora para a realidade, ora para a imaginação. Em sua obra Literatura e Sociedade, Antônio Cândido aproxima os dois polos que, efetivamente, constituem o discurso ficcional. No presente artigo, parte-se da reflexão acerca das manifestações sociais ocorridas em várias partes do mundo, como a que culminou na chamada Primavera Árabe, para refletir sobre o diálogo da literatura com a vida social. No Brasil, as manifestações tiveram o apoio ou fomento de redes midiáticas, tendo como marca a participação massiva da classe média. Utilizando, principalmente os estudos do espanhol Manuel Castells e da Antropóloga Érica Peçanha do Nascimento, o trabalho põe em destaque a maneira como os “indignados” agiram em relação às suas reivindicações e como escritores que se autodenominaram marginais de periferia conseguiram enfrentar o status quo a partir de uma conscientização identitária e de uma peculiar organização literária e cultural. Entram na discussão a relação entre os conceitos de território e lugar, tendo os estudos do geógrafo Yi-fu Tuan recebido maior destaque.

Palavras-chave


literatura, lugar, periferia

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