Literary Text’s Freedom and its Encounter with the Reader

Rafael Jimenez Cataño

Resumo


Há uma paralelismo entre a condição humana e a obra de arte que concede subjetividade à última Assim, George Steiner é capaz de falar da liberdade de criação na obra de arte, um encontro de liberdades, por assim dizer, uma cortesia da obra em si. Por meio dessa metáfora, o tradutor e o leitor tornam-se anfitriões equiparando a relação do homem com os dicionários àquela dos habitantes de uma cidade. Neste artigo, alguns trabalhos em prosa do escritor mexicano Juan José Arreola serão examinados nessa perspectiva. Os textos curtos de Bestiário (1959) geralmente expõem-se claramente como uma tal cortesia para com o leitor e nos levam a ver quão próximos são esses encontros na vida humana— com pessoas ou obras de arte— e o quanto iluminam um ao outro.

Palavras-chave: liberdade da obra de arte, cortesia, polidez, bestiário, racionalidade


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